sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Outro Momento, Outro Aprendizado! Amor!

O Amor já é conhecido e dito por diversos Deuses,
como o maior dos sacerdócios,
pois amar já é um caminho.
Nunca existirá um sacerdócio para o "bem",
que seja optando por um caminho a dois (Rei e Rainha do seu Jardim),
ou mesmo pela senda da cristificação,
que não terá o Amor como o maior dos aprendizados,
e a maior mensagem.

Contudo, quando se acredita amar
e especificamente amar a dois,
o ambiente deste Amor é necessariamente
o lugar no qual acontecerá de modo primeiro
o "experimentar exercitar" todo o processo
que nos conduz à elevação do Espírito,
à Sabedoria, ao Conhecimento.

O convite para o experienciar o Amor,
talvez seja o primeiro passo a dar
para a correta comunicação necessária.

Amor e Deus hoje, são como heresias no passado.
Para se viver a realidade do Amor,
aqueles que Amam e buscam sua Divinação,
devem antes de qualquer coisa e sobretudo,
se despir das vaidades.

A ponto de construir uma mentalidade única.
E se dispor a todo custo a ouvir.
E assim, corrigir qualquer falha na comunicação.
Assim, Rei e Rainha acompanham-se enquanto Guerreiros
que trilham seu caminho dispostos a uma mesma batalha,
dispensando mimos de vaidades existentes,
enquanto príncipes e princesas.

Mavinaeu

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010


Era outra manhã
Lembro do cheiro de avelã..
De muito sol
De muita folha pelo chão
Era outro lugar
Embora fosse mesmo aqui
Havia um tal de sabiá
E um colibri
E eu só sei que éramos dois
Veio você logo depois
Como se fosse o fruto doce
Que brotasse da manhã..

(Toquinho)

domingo, 19 de dezembro de 2010

Não deixem de visitar..

O blog da nossa companhia:

CIA OBCENA DE ARTES!

http://ciaobcenadeartes.blogspot.com


abraços!

O amor não é orgânico.

Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha
E nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
Como se fossem novas estrelas recém-nascidas.


O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio
Porque somos o alimento preferido do amor,
Se estivermos também a devorá-lo.

O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
Me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.
Ou melhor, só se vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

Vênus - Paulinho Moska

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O amor é sempre criativo


Nosso aprendizado é constante, e ultimamente estivemos tão distante de registra-lo, escrever sobre ele, rememora-lo.

não vamos abandonar o blog!

abraços.

domingo, 26 de setembro de 2010

25 de Setembro


E viver.

Por sonhar ser livre.
Despedaçar em pétalas..
dançar..
girando, girando, girando..

Pulsando só de alegria,
gritando amor.

E os caminhos iluminados se debruçando sobre nós.
Revelam-se.

Encontrando a consciência de ser
De querer (vontade) ser
De poder (intenção) ser
De saber (espreita) ser
Livre.

Em cada feixe de luz
A chave do desconhecido

Dê mais um passo..
Observe.
Mais alguns passos.
A voz..
Siga.

(Um sonho que tive - Inaê Moreira)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

QUE SEJAMOS OS TERCEIROS

Onde você vê um obstáculo,
alguém vê o término da viagem
e o outro vê uma chance de crescer.
Onde você vê um motivo pra se irritar,
alguém vê a tragédia total
e o outro vê uma prova para sua paciência.
Onde você vê a morte,
alguém vê o fim
e o outro vê o começo de uma nova etapa...
Onde você vê a fortuna,
alguém vê a riqueza material
e o outro pode encontrar por trás de tudo,
a dor e a miséria total.
Onde você vê a teimosia,
alguém vê a ignorância,
um outro compreende as limitações do companheiro,
percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo.
E que é inútil querer apressar o passo do outro,
a não ser que ele deseje isso.Cada qual vê o que quer,
pode ou consegue enxergar.
Porque eu sou do tamanho do que "vejo".

Fernando Pessoa